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Um Natal em Devon.
Por P.B. Phillips
Sob os ramos nus e carvalhos
Jazem correntes de ferro e arados enferrujados
Esquilos abrigados, no celeiro esta noite
Lanternas acesas, lançam luz amarela
O velho agricultor alimenta o ganso escolhido
A esposa acena, galinhas para o poleiro
O fogo aquece a cozinha de chão de pedra
A avó balança-se e faz a sua costura
Cidra temperada e castanhas a assar
Vinho do Porto decantado, só falta brindar
Visco pendurado e azevinho enfeitado
Tortas todas assadas e pudim preparado
A árvore está montada e as velas tremeluzem
Jovens e velhos, os corações batem mais depressa
As crianças sabem que é hora de dormir
Mas olhos excitados espreitam pelas cortinas
Para vislumbrar, através das vidraças geadas
O Pai Natal, nas estradas cobertas de neve.
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